quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Prática - John Riley

Levando em conta a grande quantidade de e-mails recebidos, percebi que o assunto PROFISSIONALISMO na música é um assunto de grande interesse para todos músicos que desejam seguir suas vidas tendo a arte como profissão.

Como eu já disse na coluna anterior, é um verdadeiro trabalho de “formiguinha” que devemos fazer, mas eu pergunto: você faz a sua parte?

Muitas vezes temos atitudes pouco profissionais e que acabam denegrindo não apenas a própria imagem, mas também a imagem dos músicos, de forma geral. E são pequenos gestos que podem pôr abaixo toda sua imagem de músico profissional. Alguns exemplos simples podem contribuir e muito com sua conduta profissional.

Equipamentos: o mínimo, que podemos exigir, quando contratamos por algum serviço, é a qualidade do serviço prestado, e no nosso caso, isso envolve diretamente a qualidade de nosso equipamento. Eu mesmo me preocupo em, sempre que for fazer alguma gig, dar uma geral no meu set, seja em estúdio ou em shows, isso irá demonstrar que você se preocupa e é responsável com seus pertences. Nunca é demais ter o máximo possível de baquetas, dos mais variados modelos, assim com pratos e tambores condizentes com o trabalho que irá desenvolver.

Apresentação: assim como seu equipamento, sua apresentação é importantíssima em qualquer trabalho! Pense da seguinte maneira: quando você faz qualquer entrevista de emprego qualquer, você certamente não irá se apresentar de bermuda, chinelos de dedos e uma surrada camiseta. Não, eu não pretendo que você use terno e gravata em suas gigs, mas utilizar uma roupa limpa, adequada ao local aonde vai se apresentar (em um casamento, você não vai tocar usando bermuda e camiseta sem mangas!), estar limpo e com boa apresentação, é a certeza de uma primeira boa impressão, e isso conta muito!

Administração de egos: infelizmente, você irá, pelo menos uma vez na vida, lidar com egos de produtores e músicos, mas este tipo de problema é recorrente em qualquer profissão, apenas mantenha-se distante de qualquer discussão sobre “competência”. É muito importante que você saiba administrar seu ego também. Não ajuda muito chegar á um estúdio falando que gravou com todo mundo, quem tem endorsee de tudo, que sai em revistas todo mês e que é o melhor baterista do momento. Se for questionado sobre seus trabalhos anteriores (o que, geralmente ocorre antes de fechar qualquer contrato), mantenha sempre a humildade, mas não haja jamais com “falsa modéstia”, pois isso pode soar mal para os demais. Seja sempre atencioso com todos, até mesmo com bateristas que irão gravar junto com você (em trabalhos com vários bateristas), pois eles não são seus “concorrentes”, e sim, colegas de profissão! Há lugar para todos no mercado, e a união é a melhor solução para uma futura indicação como músico substituto. Muitos de meus primeiros trabalhos ocorreram desta forma, substituindo amigos com muitos trabalhos simultâneos.

Gigs: antes de aceitar qualquer gig, tenha certeza de que está apto para tal. Procure o máximo de informações, estude o repertório e pesquise referências em trabalhos anteriores do artista, ou do gênero musical. Isso irá fazer com que seu trabalho seja mais facilmente realizado e mostrará que você é um músico dedicado e preocupado com a qualidade do trabalho.Chegar no estúdio e tocar sua parte pode soar “mecânico” demais, e alguns produtores não gostam disso. Se lhe pedirem alguma sugestão, tenha certeza de que poderá contribuir para uma maior qualidade do seu trabalho.

Horários: algo tão simples, como cumprir horários, pode fazer com que sua presença em estúdios e shows seja mais freqüente. Chegar na hora é chegar atrasado! Seja sempre o primeiro a chegar, isso irá demonstrar seu real interesse pela gig, e além do mais, é sempre bom ter tempo hábil para lidar com seu equipamento (ou com o equipamento disponível) para que sua performance seja à contento do contratante. Habitue-se a ser o primeiro á chegar, e o último a sair, isso faz parte da vida de um baterista.

Conduta: pode parecer besteira, mas algumas coisas simples podem te trazer para “dentro” do trabalho, assim como podem te levar a porta de saída. Se você é fumante, procure não fumar no estúdio, ou na presença de outras pessoas, a não ser que mais pessoas (no caso, seus contratantes) sejam tabagistas, e lhe convidem para uma pequena pausa. Bebidas alcoólicas são, na maioria das vezes, totalmente intoleráveis em estúdios. Se você está lá para trabalhar, esteja 100% co seu corpo! Imagine se você vai á uma operação, e ao chegar, o médico cirurgião está “tomando uma cervejinha”, só pra relaxar! Nem vou entrar na questão de drogas, pois acho que é desnecessário. Respeito com todos os envolvidos no trabalho deve ser imprescindível! Trate a todos com cordialidade e você irá acumular muitos pontos! Felizmente acabei me tornando grande amigo de todos os músicos e produtores com quem trabalhei em toda minha vida, e sempre que nos reencontramos “pela estrada”, acabamos despertando o interesse mútuo de voltar á trabalhar juntos novamente. Seja solícito sempre, e, caso for utilizar seu próprio equipamento em uma gravação, auxilie ao engenheiro do estúdio sobre as particularidades do seu kit. Eu por exemplo sei que minha caixa tem um volume extremamente alto (sim, eu adoro isso), logo, uma distância de alguns centímetros da pele irá proporcionar um som mais bonito para gravações. Assim eu estarei economizando o tempo gasto com microfonação e, conseqüentemente, dinheiro dos contratantes.

Valores: é uma questão delicada em qualquer negociação profissional, mas é estritamente necessário deixar suas condições sempre transparentes! Faça os acertos necessários fora do estúdio, pois ali haver todas as preocupações relacionadas à música, e nada mais. Seja flexível em suas negociações, mas mantenha sua valorização! Como disse na coluna anterior: fui chamado para uma gravação e na hora de fechar os valores, me ofereceram R$ 200,00 para gravar um CD inteiro, o que é uma verdadeira falta de respeito com qualquer profissional da música! Procure sempre elaborar um contrato de prestação de serviços, para pode garantir seus direitos, e também, seus deveres. Consultar um advogado pode ser uma boa alternativa antes de assinar qualquer contrato.

Estes são apenas algumas atitudes simples, mas que podem fazer com que seu nome seja lembrado sempre que houver a necessidade de contratar um baterista.

Punk Rock - Exercícios Simples


1234
Chimbau (D)
tss

tss

tss

tss
Caixa (E)



Bumbo (Pé)


tum


Vamos começar a tocar

Conte até quatro em voz alta (ou mentalmente) de maneira contínua e repetitiva: 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 ... Conte devagar tentando manter o ritmo, sem acelerar nem frear.

  • Para facilitar, você pode usar um relógio e contar a cada segundo.
  • Você também pode balançar a cabeça a cada contagem, como quando está ouvindo uma música boa. Isso ajudará a manter o ritmo.
  • Curiosidade: Essa contagem é o "tempo" da música, a "condução" do ritmo.

Agora olhe na tabela do ritmo. O chimbau ("tss") aparece em todos os números, então cada vez que falar um número, ao mesmo tempo bata na coxa com a mão direita. Siga contando e batendo: um dois três quatro um dois...

Olhe na segunda linha da tabela, a caixa ("") deve ser batida no número 1. Agora além de bater a mão direita em cada número, o que você já está fazendo, quando for o 1 você também vai bater ao mesmo tempo a mão esquerda.

Então no 1 bata as duas mãos ao mesmo tempo (lembre-se, uma em cada coxa) e no 2, 3 e 4 bata somente a direita. A batida na caixa é chamada a "batida forte" do ritmo, é ela que se destaca na música. Então na contagem, use uma entonação mais forte ao pronunciar o "um" para lembrar disso. Fica assim: UM dois três quatro UM dois três... Pratique essa batida durante um tempo.

Usando o pé

Ainda falta usar o pé e agora vai complicar. A última linha da tabela é o bumbo ("tum") e ele só aparece no 3. Então você continua fazendo o ritmo usando as duas mãos e quando chegar no 3 você pisa no chão com o pé direito ao mesmo tempo da batida com a mão direita (chimbau).

Em outras palavras, a mão esquerda e o pé direito (caixa e bumbo, "" e "tum") ficam se alternando no 1 e no 3, e a mão direita você liga o piloto automático e esquece dela, batendo sempre do 1 ao 4.

A velocidade não é importante, faça devagar. O que importa é você entender o ritmo, colocar ele na cabeça e coordenar os membros para bater e pisar na hora certa. No início vão ter algumas "engasgadas", travadas e batidas na hora errada, mas o progresso é rápido e em pouco tempo você vai estar fazendo corretamente.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Iron Maiden, Korn, Raimundos… Roqueiros de Deus ou do diabo?

Roqueiros, como o baterista do Iron Maiden, antes idolatrados por multidões de fãs, agora cultuam a Jesus Cristo.

Nico McBrain, baterista do Iron Maiden: “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”

A banda inglesa Iron Maiden, que estourou nos anos 80 com o estilo Heavy Metal de fazer rock, desembarca no Brasil na próxima quinta-feira, dia 12, para se apresentar pela turnê Somewhere Back In Time. O grupo, precursor do estilo e considerado um dos melhores do gênero, conta novamente com a sua formação original. A popularidade entre os roqueiros se deu através de sua maneira única de soar em canções, letras e capas de discos. O nome “Iron Maiden” é inspirado em um instrumento de tortura medieval, o qual se acha representado no filme O Homem da Máscara de Ferro. Suas letras exploram temas que vão do ocultismo a lendas, filmes, histórias de assassinatos, o escuro e a simbologia do número 666. Além disso, as capas dos álbuns são singulares, pois exibem sempre o mascote da banda, Ed, um morto vivo, em cenas sugestivas aos temas de cada disco.

Diante dessa atmosfera “pesada”, seria possível pensar em algum espaço para manifestações cristãs? Olhos e ouvidos voltados para Deus? Sim! O baterista da banda, Nico McBrain, é um exemplo de músicos de rock bem sucedidos, com carreiras mundialmente consolidadas e que, ao longo de suas vidas, se converteram ao cristianismo. Chocante? Inesperado? Talvez nem tanto. Ele próprio afirma que quando alguém se torna cristão, não está livre do pecado, mas deve buscar ao máximo uma vida longe deste mal.

A pergunta mais comum feita ao baterista é: Como você pode tocar em um grupo que apresenta uma canção chamada Number of the Beast (Número da Besta)? Nico afirma que a canção é sobre uma história que se encontra no livro das Revelações. “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”, justifica o baterista.

Nico McBrain é um exemplo incrível de conversão de músicos que, pela própria natureza da profissão, lidam com uma série de fatores que muitas vezes os afastam de uma vida ao lado de Deus. Shows, fãs, turnês exaustivas e o universo das drogas e comportamentos promíscuos, muitas vezes associados ao estilo de vida no rock.

Muito conhecidos na história da música mundial e, especialmente do rock, são os casos de músicos que acabam deixando a vida precocemente de forma conturbada e perturbadora. O líder do grupo Nirvana, Kurt Cobain, no dia 5 de abril de 1994, atirou na própria boca e deixou o mundo com uma filha ainda criança. Sua carreira foi marcada por um sucesso meteórico, desgastes emocionais, depressão, drogas e, em particular, o vício pela heroína.

Nico McBrain

Nico McBrain

Mais conversões no rock – Felizmente, ainda é possível citar outros casos de músicos do rock que, como Nico McBrain, seguiram o caminho da salvação física e espiritual a partir do contato com os valores cristãos.

Brian Welch, ex-guitarrista do grupo Korn, é um outro bom exemplo de roqueiro convertido. No final de 2008, ele lançou o seu primeiro disco solo, Save Me From Myself. No álbum, o músico aborda questões particulares da sua vida como a luta para deixar as drogas, os motivos que o levaram a sair da banda e seu encontro com Deus.

No Brasil, temos a surpreendente história do músico Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda de hard-core Raimundos. No auge de sua carreira, o roqueiro sentiu o vazio em que vivia e se converteu. “Estava sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí, drogas a valer, balada todos os dias, fãs de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, mas completamente infeliz”, relata o cantor.

Em 2006, já convertido, Rodolfo lançou seu primeiro disco voltado para Deus, Santidade ao Senhor. Além disso, ministra cultos na igreja Bola de Neve Church e viaja junto de sua mulher para pregar a Palavra. “Quer ter vitória? Anda no caminho do Senhor, obedeça, leia a Bíblia e siga seus conselhos. Hoje não bebo, não é porque não possa, é porque não quero. Quero ter comunhão com o Pai”, aconselha o músico.

A exótica e mística Baby do Brasil – ex-Baby Consuelo e ex-integrante do grupo Novos Baianos – também impactou a muitos com sua conversão nos anos 90, recebendo, inclusive, muitas críticas. A estas, a cantora responde em uma de suas músicas: “E não importa o que vão pensar de mim. Eu quero é Deus. Eu quero é Deus.”

Fonte: Cristianismo Criativo

quinta-feira, 22 de julho de 2010


Cobus Potgieter

cobusBem galera, estava acessando o youtube.com e pesquisei alguns vídeos de bateristas e encontrei esse cara ai, Cobus Potgieter. Fiquei impressionado com o talento desse rapaz, sendo que só tem 6 anos que começou a estudar bateria.



Cobus tem 22 anos hoje, e nasceu na Africa do Sul. No seu site www.cobuspotgieter.com há vários vídeos e tudo sobre esse batera.




Ai vai um vídeo dele tocando Umbrella versão Vanilla Sky.


JOHNNY MAZZA


O começo foi difícil como para a maioria daqueles que vivem para a música no Brasil. Seu primeiro contato com a bateria foi aos 10 anos. Desde a infância dedicou-se a música, e como conseqüência surgiram convites para tocar em bandas da cidade onde morava. Chegando em São Paulo, foi convidado para participar da banda Dose Certa quando gravou seu primeiro trabalho intitulado ‘Dose Certa’. A música Imensidão, de sua autoria, já tocava em várias rádios gospel pelo Brasil e, ainda como trabalho independente. Foram, então, contratados pela gravadora Gospel Record’s que lhe abril maiores oportunidades para participações em eventos como S.O.S. da Vida, que reuni mais de 15 mil pessoas e shows de bandas internacionais. Oficina G3 Em 2001, recebeu um novo convite, participar da conceituada ‘melhor banda de rock gospel do país: Oficina G3’. Participou de gravações em músicas e clipes. Permaneceu até 2003 e nesse tempo apresentou-se por todo o Brasil, sempre com grande público e aceitação da mídia secular. E, também, com turnê nos EUA (Boston, Califórnia, Nova York) e Europa (Itália e Suíça). Em julho de 2003, fez participação especial em uma das apresentações de Kevin Max (vocalista da banda americana DC Talk), no Brasil. PG e Banda Depois da saída da Oficina G3, Johhny passou por um período de aperfeiçoamento musical e como fruto desse tempo, compôs músicas que hoje fazem parte do trabalha com seu irmão PG (ex-vocalista da banda Oficina G3), CDs Adoração, e De Um Lado a Outro, pela gravadora MK Publicitá. CD ‘Adoração’ - 2004 Nos meses de abril/maio/junho de 2004, Johnny e PG começaram a reparação do CD (pré e produção e gravação), que fora lançado em agosto do mesmo ano. Atuando como compositor, co-produtor e músico.
Na gravação, contou com equipamentos de alta tecnologia instrumentos cedidos pela ‘Gang Music”- patrocinadora do banda – trazendo resultados como matéria na revista ‘Áudio, Música e tecnologia’. O CD Adoração teve grandes efeitos, gerando indicações e premiações. Podemos citar a indicação ao Troféu Talento na categoria ‘melhor CD de rock, entre outras e o Premio Jovem do Ano, em 2005, realizado pelo Governo do estado de São Paulo. Alcançou CD de Ouro, com mais de 50 mil cópias vendidas. CD ‘De Um lado a Outro’ - 2005/2006 De novembro de 2005 a fevereiro de 2006, Pg e Banda voltam aos estúdios para a produção e gravação do CD De um Lado a Outro. Johnny atua novamente como músico, compositor e co-produtor. Os frutos foram igualmente importantes: também chegou ao disco de ouro e ganhou o Troféu Talento como o melhor álbum de rock de 2007. Way-X Em 2007, Johnny assume os vocais de seu novo projeto. Grava CD Demo com músicas inéditas de sua autoria e tem sido consagrado como compositor da música gospel no Brasil. Agora trabalha em seu primeiro CD solo. Traz uma nova proposta musical: rock moderno e atualizado com as tendências nacionais e internacionais;empregando toda a sua experiência adquirida ao longo de sua carreira.

se quiser saber mais sobre o ministério do nosso amigo Jonny Mazz
acesse:
http://www.myspace.com/johnnymazza


segunda-feira, 19 de julho de 2010



BENNY GREB

Benny Greb (nascido em 13 de junho de 1980 em Augsburg, Alemanha) é um baterista alemão prolífico e clínico. Começou a tocar bateria aos seis anos de idade e começou a ter aulas aos doze anos. Ele toca uma grande variedade de músicas e pode ser visto tocando rock com Stoppok eo Ron Speilman Trio, com o jazz Benny Greb Brass Band e Tulug Sabri Tirpan, com Jerobeam funk, reggae com Bobby McFerrin, clássica com a Orquestra NDR em suas Frank Zappa Project, a fusão com 3ergezimmer e Wayne Krantz, e punk acústico com Strom & Wasser. Ele também vai se apresentar no Festival Modern Drummer de 2010.

Greb endossa bateria Sonor, pratos Meinl e percussão, Remo tambor cabeças, e baquetas Pro-Mark. Com Meinl, ele projetou o filtro X Trash Hat, um splash 12 "14" a China que fornece uma pilha de lixo som oi-chapéu axilar, e Byzance Areia Vintage Ride, um prato com areia seca superior e inferior parcialmente torneados. Recentemente, ele desenvolveu o Byzance Areia Vintage Chapéus, bonés oi com uma construção semelhante ao montar sua assinatura.




Emmanuelle Caplette


Emmanuelle Caplette começou a tocar com 9 anos nas drum corps. Durante 8 anos ela tocou "snares" com varios grupos do Quebec. Foi durante estes anos que ela ganhou varios premios como, 1º Lugar na "Provincial individual Championship Interpretation of Quebec", durante 4 anos consecutivos. Aquando da sua entrada na Drummondville College, Emmanuelle estudou bateria na vertente pop/jazz com Camil Bélisle.

2001 foi o seu 1º ano na "Drummondville College" no qual participou no "Cégep en spectacle" e ganhou o prestigiado galardão l'OFQJ ( Office Franco Québécois pour la jeunesse) com o seu duo "Drummologue". Em 2002, Emmanuelle abriu o "Montreal Drum Festival" com o seu duo.

Em 2003 foi escolhida para representar o "Drummondville college" em um concurso de "Estrelas Ascendentes" no "Montreal Drumfest". Depois de receber o diploma decidiu continuar os seus estudos na Universidade de Montreal na vertente pop/jazz-interpretação com Paul Brochu. No fim do seu 1º ano na Universidade Emmanuelle foi contratada pelos troop Cavalia (para a tour Americana).

2006 foi o fim da Cavalia tour, Emmanuelle juntou-se ao grupo de percussão Insolita.

A grande aventura para Emmanuelle começou em 2007 com a realização dos seus objectivos, teve oportunidade de tocar bateria na televisão e em varias tours, participou 2 anos consecutivos na "Gala des Jutras", tambem tocou bateria no dia Nacional de Quebec ( St-Jean-baptiste ). No mesmo anos teve a tour com IMA (Smile) e Marilou ( Tout simplement).

Em 2008 Emmanuelle foi contratada para tocar num programa de televisão para crianças "the Broco show" na Radio Canada. A sua participação chamou a atenção do produtor Guy Tourville, ele deu-lhe a oportunidade de gravar os seus primeiros singles na radio, "Une fois pour toutes" de Chantal Toupin e "Tu ne m'aimeras plus" de Cindy Daniel. Por fim gravou o album inteiro do "Broco show".

Endorser
-Sonor
-Sabian
-Vic Firth
-Evans
-Audio-Technica